Galãs Dos Anos 90: Relembre Os Atores Que Fizeram Você

30 Apr 2019 01:28
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<h1>Economia Criativa Sensibiliza Debates E Ganha Espa&ccedil;o No Ensino Superior</h1>

<p>Gustavo, depois de entrar em um curso de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, resolveu alterar a equipe da produtora audiovisual pra acompanhar o sonho de fazer mais v&iacute;deos de entretenimento, do cinema &agrave; internet. Maur&iacute;cio, em seu projeto de procura, estuda como pol&iacute;ticas p&uacute;blicas podem incentivar a forma&ccedil;&atilde;o de um polo tecnol&oacute;gico em Bauru, no interior de S&atilde;o Paulo. Fernanda faz cota de um grupo de alunos que montou uma ag&ecirc;ncia de publicidade pela gradua&ccedil;&atilde;o e tenta se aproximar de startups paulistanas atrav&eacute;s de “hackathons”, as maratonas de programa&ccedil;&atilde;o que estimulam profissionais de tecnologia. Uma Solu&ccedil;&atilde;o Pras Pequenas Corpora&ccedil;&otilde;es entrou no mestrado profissional decidido a fazer um sistema para administrar supereventos, como o carnaval do Rio.</p>

<p>Eles t&ecirc;m mais em comum do que imaginam. Todos s&atilde;o citados como exemplos como o conceito de economia criativa vem sendo explorado no ensino superior, seja pra empreender por conta pr&oacute;pria em mercados inovadores ou estud&aacute;-lo como um novo fen&ocirc;meno pela comunidade. A diversidade de iniciativas &eacute; um reflexo da ampla conversa em conex&atilde;o ao cen&aacute;rio. Existe um debate pela academia a respeito da defini&ccedil;&atilde;o do que &eacute;, afinal, a economia criativa. Normalmente, o termo &eacute; afiliado ao setor que existe em torno das “ind&uacute;strias criativas” como Design, Comunica&ccedil;&atilde;o, Artes e Arquitetura, al&eacute;m de outros mais.</p>

<p>Pela maioria dos estudos que pretendem medir o tamanho nesse setor (quanto dinheiro movimenta, quantos profissionais emprega, a que velocidade cresce), essa &eacute; a explica&ccedil;&atilde;o levada em conta. Pra alguns estudiosos, todavia, a economia criativa &eacute; um conceito ainda mais extenso do que isto. Entre os especialistas que defendem uma vis&atilde;o mais ampla da economia criativa no ensino superior est&aacute; a professora Ana Carla Fonseca, que coordena um Programa de Educa&ccedil;&atilde;o Continuada (PEC) sobre o cen&aacute;rio na Funda&ccedil;&atilde;o Getulio Vargas (FGV). Para ela, as universidades precisam encostar o tema como um tema transversal e inclu&iacute;-lo nos curr&iacute;culos de cursos em diversas &aacute;reas do conhecimento.</p>

<p>Contudo ainda n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio, ela argumenta, transformar a economia criativa em um curso de gradua&ccedil;&atilde;o. “Quando voc&ecirc; fala quais s&atilde;o as possibilidades de carreira e afins, n&atilde;o existe um mercado, digamos dessa forma, da economia criativa”, diz Ana Carla. “Acho que n&atilde;o &eacute; o momento mesmo de existir um curso de gradua&ccedil;&atilde;o focado nisso.</p>

<p>No programa que trata do tema pela FGV, a discuss&atilde;o &eacute; abrangente. Os alunos come&ccedil;am o curso com aulas sobre isto as transforma&ccedil;&otilde;es na economia global com a tecnologia. Depois, h&aacute; debates a respeito como trabalhar com isto pela pr&aacute;tica. Pela pauta, est&atilde;o modelos de neg&oacute;cio que t&ecirc;m chance de sucesso neste contexto, como transformar um processo criativo em projeto de servi&ccedil;o, que regras regem o direito de dom&iacute;nio intelectual e formas de remunerar o m&eacute;todo criativo de modo justa.</p>

<p>Uma das preocupa&ccedil;&otilde;es de Ana Carla ao preparar-se o foco &eacute; a prepara&ccedil;&atilde;o pro futuro do servi&ccedil;o. Em tempos de ang&uacute;stia com os poss&iacute;veis impactos do desenvolvimento da intelig&ecirc;ncia artificial e da automa&ccedil;&atilde;o no universo do trabalho, uma transforma&ccedil;&atilde;o que imediatamente est&aacute; em andamento, ela refor&ccedil;a a seriedade de fazer, no ensino, habilidades como a criatividade. &Agrave; frente de uma produtora audiovisual h&aacute; quase 3 anos, ele neste instante usou as conversas das aulas pra fazer modifica&ccedil;&otilde;es relevantes no seu neg&oacute;cio.</p>

<p>A corpora&ccedil;&atilde;o tem a maior parte dos consumidores no mercado publicit&aacute;rio e corporativo, com servi&ccedil;os que v&atilde;o de cursos online a transmiss&otilde;es ao vivo. Lucena entrou pela p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o pra entender uma forma de trabalhar com entretenimento e gerar s&eacute;ries, videos e document&aacute;rios. Com as sugest&otilde;es de professores, ele resolveu apagar o n&uacute;mero de funcion&aacute;rios da organiza&ccedil;&atilde;o pra dedicar mais tempo a este plano. “Eu cheguei &agrave; conclus&atilde;o, Com Folha De R$ 1,8 Milh&atilde;o, Ponte Preta Se Reestrutura E Faz Frente Aos Grandes , que precisava aplicar meu tempo nobre pro conte&uacute;do, mesmo que eu n&atilde;o veja frutos t&atilde;o rapidamente”, diz o cineasta.</p>

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<p>O curso de p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o de Lucena faz quota de um rol de programas que a Faap est&aacute; criando ou reformando para se ajustar &agrave; realidade. Algumas das iniciativas s&atilde;o desenvolvidas no N&uacute;cleo de Inova&ccedil;&atilde;o em M&iacute;dia Digital (Nimd), que desenvolve pesquisas e apresenta cursos focados em novas formas de comunica&ccedil;&atilde;o.</p>

<p>Um dos projetos constru&iacute;dos no n&uacute;cleo &eacute; uma m&iacute;dia social que conecta alunos e ex-alunos da escola. CorelSHOW (para Forma&ccedil;&atilde;o De Apresenta&ccedil;&otilde;es On-screen) , eles conseguem ver de perto o endere&ccedil;o profissional de colegas em um mapa e marcar encontros. O prop&oacute;sito &eacute; que a ferramenta facilite o networking pela comunidade universit&aacute;ria. Fora do n&uacute;cleo, h&aacute; tamb&eacute;m outros cursos de extens&atilde;o e p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o em que a universidade aposta para se moldar &agrave;s mudan&ccedil;as no mercado de intercomunica&ccedil;&atilde;o, como Escrita Criativa, Marketing Digital e Intercomunica&ccedil;&atilde;o em M&iacute;dias sociais.</p>

<p>“A comunica&ccedil;&atilde;o est&aacute; passando por um procedimento em que novos neg&oacute;cios est&atilde;o surgindo, outras maneiras de informar est&atilde;o surgindo”, diz o coordenador do Nimd, Eric Messa. Outra transforma&ccedil;&atilde;o aconteceu pela gradua&ccedil;&atilde;o em Publicidade e Propaganda. Os formandos nesta ocasi&atilde;o devem fazer 2 Trabalhos de Conclus&atilde;o de Curso, e um deles obrigatoriamente &eacute; um plano de neg&oacute;cio em comunica&ccedil;&atilde;o (PNC). Nele, um grupo de at&eacute; 8 alunos tem que planejar e implementar a constru&ccedil;&atilde;o de uma organiza&ccedil;&atilde;o. Foi o caso da estudante Fernanda Mormanno, de vinte e cinco anos, e outros seis colegas, que est&atilde;o em teu &uacute;ltimo semestre da faculdade.</p>

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